O Parque Estadual do Itacolomi, que ocupa os municípios de Ouro Preto e Mariana, em Minas Gerais, acaba de ampliar sua oferta de experiências para visitantes com a inauguração de novas estruturas de hospedagem, lazer e convivência. As novidades fazem parte da estratégia de fortalecimento da visitação e de incentivo à permanência dos turistas por mais tempo na unidade de conservação, um dos destinos mais emblemáticos do turismo de natureza e patrimônio cultural de Minas Gerais.

A principal novidade é o lançamento do Camping Itacolomi, que passa a oferecer a oportunidade de vivenciar o parque durante mais de um dia. Localizado próximo ao início da trilha do Pico do Itacolomi e da área histórica da unidade, o espaço conta com áreas para barracas nos tamanhos 3×3 e 5×5 metros, além de infraestrutura com banheiros, banho quente, vestiários, área de convivência e espaço para preparo e consumo de alimentos.

As novidades incluem uma nova área de esportes e convivência, criada para ampliar as possibilidades de lazer dentro da unidade. O espaço disponibiliza aluguel de equipamentos para atividades recreativas e esportivas, como kits de vôlei de praia, bolas de vôlei e futevôlei, travessões desmontáveis para futebol e churrasqueira, tornando a visita ao parque uma alternativa para famílias, grupos de amigos e visitantes que buscam experiências ao ar livre.

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As novas estruturas complementam os atrativos já consolidados do Parque Estadual do Itacolomi que recebe visitantes interessados em ecoturismo, caminhadas e patrimônio histórico. Entre os destaques estão a trilha até o Pico do Itacolomi, um dos cartões-postais naturais de Minas Gerais, o Centro de Visitantes, com exposições sobre fauna, flora, geologia e história regional, além da Casa Bandeirista e do Museu do Chá, que preservam parte importante da memória da ocupação do território mineiro.

O aluguel dos itens é individual e por diária de uso. As novas experiências já estão disponíveis para consulta e reserva no site.

Um parque que preserva memórias

Além das paisagens naturais, o Parque guarda um valioso conjunto de patrimônio histórico, que amplia a experiência do visitante e conecta o passeio à formação cultural de Minas Gerais.

A Casa Bandeirista, construída entre 1706 e 1708, é uma das primeiras moradias rurais da região e serviu de apoio aos exploradores do ouro. Tombada pelo IEPHA, hoje abriga exposições e espaços de visitação.

A Capela de São José, simples e acolhedora, preserva sua arquitetura e atmosfera de contemplação.

Já o Museu do Chá revela um capítulo pouco conhecido da história local, instalado onde funcionou uma fábrica de chá inglês e alemão no século XX.

Como chegar

O Parque apresenta boas condições de acesso, com rodovias em pista simples, pavimentadas e sinalizadas até sua portaria, e por se localizar muito próximo a Belo Horizonte, tem diferentes possibilidades de acesso, sendo facilmente acessível por via aérea até a capital em seus dois aeroportos: Pampulha e Internacional de Confins. Sua distância rodoviária é de 111,30 km do Aeroporto da Pampulha e 143,50 km do Aeroporto Internacional de Confins.

O Parque também é acessível por transporte público até a sua Portaria principal, a partir de Belo Horizonte, com tempo de viagem em torno de 1h35; a partir do centro de Ouro Preto existem várias linhas regulares de transporte urbano.

Com informações da Imaginadora

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