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05/02/2013

Um exemplo da individualidade das mulheres e seu desejo de viajar cada vez mais é Ana Carolina Bilbao, de 25 anos. Moradora da cidade de Blumenau (SC), ela já esteve nos três Estados do Sul e também em São Paulo. “Tive ainda a oportunidade de conhecer um pouco do Nordeste. Fui para Recife, Olinda, Fernando de Noronha e Fortaleza. Foi a minha primeira viagem de avião”, diz. “Lembro que fiquei feliz por já ter 18 anos e não precisar portar aquele crachá que menores de idade são obrigados a usar quando viajam sem os pais”, diverte-se. Em 2008 Ana decidiu que, além de viajar e conhecer lugares dentro do Brasil queria mais. Inspirada pelo filme Deby e Loide, escolheu a cidade de Aspen, no Colorado, para fazer um intercâmbio.

Encontrada a agência que intermediava a interação entre o Brasil e a cidade americana, ela teve menos de seis meses para se preparar e partir rumo aos Estados Unidos. “Encontrar a agência e programar tudo tornou as coisas mais fáceis. Saí do Brasil com emprego e casa garantidos: fui camareira de um hotel e morava na ala dos empregados” conta.

Hostels

Durante o tempo em que esteve nos Estados Unidos Ana conheceu também Las Vegas, Los Angeles, Nova Iorque, Washington, Santa Monica e Malibu. “Guardei um dinheiro que ganhei durante os trabalhos no intercâmbio e fiz um mochilão passando por estes lugares.

Em todas as cidades fiquei em hostels, junto com pessoas de todos os lugares do mundo. Em Los Angeles, fiquei hospedada na
beira de Venice Beach. É muito legal hoje ver filmes em que aparece essa praia e saber que eu estive lá”, conta.

Ana retornou ao Brasil em 2009 e, depois de dois anos, voltou aos Estados Unidos. Dessa vez, lembra, a viagem foi mais tranquila. Como guia de um tio, uma prima e o pai ela retornou a Dever, Aspen, Las Vegas, Nova Iorque e Washington. “De todos esses lugares Aspen é o mais incrível. A cidade é linda, calma, limpa e segura. Lá os ônibus são gratuitos para as montanhas. Amei aprender a fazer snowboard e pretendo voltar… Muitas vezes ainda, se for possível”, conclui.

Publicado no Aeroporto Jornal – março/2013

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