Neste ano de 2026 o Hotel Bertoluci, em Gramado, na Serra Gaúcha, completa 33 anos de atividades. Um dos hotéis mais tradicionais e acolhedores da cidade, com perfil familiar e estilo colonial italiano, destaca-se pela hospitalidade e acolhimento dos hóspedes desde a chegada na portaria.
O delicioso e farto café da manhã caseiro, atende os mais variados e exigentes paladares. Nosso blog ficou hospedado no hotel durante a realização do Connection Terroirs do Brasil (de 10 a 13 de junho), tendo a oportunidade de conferir a hospitalidade, qualidade e histórias do Bertoluci.
As histórias, muitas dessas contadas pelo próprio criador do Hotel, senhor Jerci Bertoluci, cujos antepassados atravessaram o Atlântico rumo ao Brasil, Rio Grande do Sul e Serra Gaúcha.
Ali na Avenida das Hortênsias, 5.532, o Hotel está num ponto privilegiado: distante 3.5 km do centro de Gramado e a mesma distância do centro de Canela. No outro lado da Avenida está o magnifico Museu de Cera (ou Dreamland, onde até a Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, disputa beleza, de forma harmoniosa, com Marilyn Monroe e tantas outras personalidades. Mas isso já é outra história).
Antes do hotel, até 1992, a família morava naquele local e mantinha a churrascaria Quatro Rodas. O líder da família decidiu ampliar a empreendimento e assim nasceu em 2001 a Pousada ao lado da casa da família.
Em 2006 aberto o Hotel, um ambiente ideal para quem busca conforto, cumprindo o lema adotado pela família no atendimento, que diat: “De la nostra famiglia per la tua”. Além do casal (nonno Jerci e nonna Vitória) atuam três filhas diretamente na atividade.

O Hotel Bertoluci tem 63 unidades: quatro suítes, apartamentos standart e luxo, alguns com capacidade para quatro pessoas ou mais (para atender famílias ou grupos de amigos que viajam juntos).
Dispõe de sala de estar com lareira, Coffee Bar com mesa de sinuca, espaço kids e empréstimo de bicicletas, recreação infantil gratuita e aceita animais de estimação (cães). Estacionamento privativo gratuito e wi-fi liberado.

Nonno e Nonna Bertoluci. Foto: Gilberto Sander Muller
Como a família preserva sua história, uma ala entre a portaria e café da manhã foi transformada numa espécie de museu: uma cozinha com fogão a lenha, tachos, pratos e equipamentos antigos, inclusive máquinas de costura cujas marcas não existem mais.
Jurema Josefa, jornalista da Abrajet-RS (Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo Rio Grande do Sul)






