Aquela sensação de que está um “forno”, que algo está acontecendo com o tempo e que ele está “maluco” tem, pelo menos, uma confirmação. O ano passado foi o mais quente já registrado. Empatou com 2016.

Segundo o Serviço Copernicus de Mudanças Climáticas (C3S), a Europa registrou o ano mais quente e tem mais: 2020 fechou uma década de temperaturas recordes em decorrência dos impactos do aquecimento global.

Os cientistas do programa de observação da Terra da União Europeia (UE) afirmaram que as temperaturas globais foram em média 1,25°C mais altas do que no período pré-industrial.

A agência destacou em sua análise a “incomumente ativa” de incêndios florestais em 2020, que lançaram cerca de 244 milhões de toneladas de CO2  (dióxido de carbono) na atmosfera. A quantidade foi mais de um terço maior do que o registrado no ano retrasado.

Em 2020 ainda teve o dia mais quente na história com os 54,4°C no Vale da Morte, nos Estados Unidos, que também foram duramente afetados por intensos incêndios florestais ao longo do ano passado.

Fonte: Ansa

Foto: Maurizio Brambatti/Ansa