AUTOR

TEMPO DE LEITURA

1.7 min

PUBLICADO EM

05/02/2015

Ouvir os sons do universo, tocar em um meteorito de verdade e conhecer as aventuras de grandes nomes da história durante uma escalada. São só algumas das possibilidades que o Catavento Cultural e Educacional – museu de ciência e tecnologia da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo – proporciona aos seus visitantes.

Com mais de 250 instalações didáticas e interativas, o espaço é dividido em quatro seções: Universo, Vida, Engenho e Sociedade. Ali, o visitante encontra instalações que podem materializar desde ideias simples, como reproduzir o chão da lua com a pisada do astronauta Neil Armstrong.

Ou mostrar como funciona a eletricidade estática que faz os cabelos ficarem, literalmente, em pé, como outras bem mais complexas, como as atividades desenvolvidas na seção dedicada à nanotecnologia, por exemplo. Do átomo ao maior planeta do Sistema Solar; do menor inseto aos maiores animais da Terra; das leis da física às transformações químicas; do ecossistema à questão da preservação ambiental.

Tudo está apresentado de forma lúdica para fazer da visita uma prazerosa viagem ao mundo do conhecimento e da cultura. Entre todas as atrações, distribuídas em quase 8 mil m², também é possível conferir aquários de água salgada, anêmonas e peixes carnívoros e venenosos, uma maquete do sol, uma caverna que reproduz as formações e sons originais e a sala do Corpo Humano recentemente inaugurada, que utiliza vídeos, maquetes e animações para mostrar o funcionamento de quatro sistemas humanos.

O visitante pode conhecer a locomotiva Dübs (fabricada em 1888 na Inglaterra, pertenceu à Cia. Paulista de Estradas de Ferro e foi usada brevemente para o transporte de carga) e o avião DC-3 (1936) que foi utilizado como cargueiro militar na Segunda Guerra Mundial. De terça a domingo, das 9h às 17h (bilheteria fecha às 16h); aos sábados a entrada é livre para todo público. Tem acesso para pessoas com deficiência locomotora.

Publicado no Aeroporto Jornal – fevereiro/2015

Compartilhe essa história:

COMENTÁRIOS