Após um investimento de US$ 300 milhões de recursos da National Geographic Society e doações, quem visita Washington viver a experiência de conhecer o National Geographic Museum of Exploration que fica na 1600 M Street NW.
O Museu reimaginado utiliza tecnologia imersiva de ponta e funcionará como um centro de descoberta global para famílias, viajantes e todos os curiosos por natureza.
Jill Tiefenthaler, CEO da the National Geographic Society, diz que “o Museum of Exploration é o lugar onde o nosso legado de storytelling encontra as tecnologias experienciais de hoje, convidando todos a entrar nos mundos dos Explorers da National Geographic. Cada detalhe foi pensado para mergulhar os visitantes nas jornadas dos exploradores, nas ferramentas que impulsionam a exploração e na curiosidade que move nossa missão de iluminar e proteger as maravilhas do nosso mundo”.
O Museum of Exploration apresenta uma coleção inédita de experiências interativas e educativas, todas reunidas em um único espaço. Entre os destaques está a impactante entrada Pavilion. Outro ponto importante é a exposição “The Archives”, que celebra o legado da National Geographic na arte de contar histórias. Os visitantes poderão ainda aproveitar o Explorers Eatery, um food hall internacional que oferece pratos autênticos e proporciona uma experiência gastronômica com inspiração global.
Pessoas de todas as idades poderão vivenciar uma visão em 360 graus da vida selvagem do planeta na exposição temporária “Photo Ark: Animals of Earth”, com retratos impressionantes feitos pelo fotógrafo Joel Sartore, que incentivam o público a se conectar com os animais e agir em favor da conservação.
Na galeria “In Focus: Photographs of National Geographic”, os visitantes tem acesso a uma curadoria de algumas das imagens mais marcantes e duradouras da instituição, incluindo a primeira fotografia de vida selvagem noturna de George Shiras, o registro emocionante do último rinoceronte‑branco‑do‑norte macho feito por Ami Vitale, e a foto de uma tigresa‑de‑bengala com seu filhote captada por Steve Winter após 24 dias de busca no Parque Nacional de Bandhavgarh, na Índia.

Nas florestas de Michigan, armadilhas fotográficas capturaram as primeiras imagens de vida selvagem à noite. Os primeiros equipamentos utilizavam chapas fotográficas de vidro e pó de magnésio para o flash. Foto: George Shiras III
A sinalização das exposições em todo o Museu está disponível em inglês e espanhol, com informações em braile nos dois idiomas em pontos importantes de orientação. Legendas, descrições visuais e Língua Americana de Sinais (ASL) estão presentes nos conteúdos de mídia ao longo de toda a experiência. Além disso, uma seleção de fotografias táteis será incluída na galeria “In Focus”. Desde a busca pela certificação LEED Platinum, passando pela construção sustentável e pelo desvio de resíduos, o projeto priorizou a sustentabilidade e a acessibilidade em todos os níveis.
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Os ingressos gerais para o Museum of Exploration partem de US$ 29,99 para adultos. Guiada pela crença de que o custo nunca deve ser uma barreira à curiosidade, a Sociedade está fazendo parceria com o programa “Museums for All” para oferecer ingressos com desconto a visitantes que se qualificarem.
Com informações da Imaginadora






