Paraty, no Litoral Sul do Rio de Janeiro, tem 358 anos de história bem preservada e quem visita pode comprovar. A cidade é encantadora com o tempo ensolarado, mas, às vezes, a chuva. Nem o tempo ruim atrapalha: os dias nublados ou chuvosos são um convite a viver Paraty por dentro: seus casarões, seus aromas, suas texturas e o tempo desacelerado que parece guiar tudo por ali. É viver Paraty de uma forma diferente.

Entre as experiências perfeitas para esse clima, duas se destacam como refúgios de calma e inspiração: o Shambhala Spa e a Cerâmica Foz.

Shambhala Spa: um abrigo de bem-estar e reconexão

No coração do Centro Histórico, o Shambhala Spa (foto da capa) ocupa um casarão colonial envolto por jardins internos e sons suaves. O espaço combina terapias orientais, banhos de imersão e rituais que restauram corpo e mente, uma experiência perfeita para dias em que a cidade pede introspecção.

Estão para sua escolha:

  • Massagens orientais: aliviam tensões e trazem aconchego nos dias frios e úmidos.
  • Banho de imersão: dissolve o cansaço físico e mental em águas aromáticas.
  • Reflexologia nos pés: um descanso merecido após caminhar pelas ruas de pedra.
  • Ofurô e sauna: imersão de calor e silêncio, que potencializa os benefícios das terapias corporais.
  • Aromaterapia e meditações guiadas: rituais sutis que despertam presença e leveza.

Enquanto a chuva cai lá fora, você ganha uma pausa, um tempo de escuta do próprio corpo, de silêncio e de cuidado.

TURISMO: Paraty é fazer uma viagem ao passado

Cerâmica Foz: o barro como linguagem, o tempo como matéria

Também no Centro Histórico, a Cerâmica Foz é um espaço onde o tempo desacelera e o gesto manual ganha protagonismo. Criada pela ceramista Germana Henriques, a Foz propõe um retorno ao essencial: a experiência tátil e intuitiva de modelar o barro com as próprias mãos.

Cerâmica Foz“A cerâmica ensina a escutar. O barro tem um tempo próprio. É preciso silenciar por dentro para ouvir o que a matéria quer dizer”, explica Germana, que conduz os encontros com atenção ao ritmo de cada participante.

Durante as oficinas, não há certo ou errado. O foco está no processo, um fazer que revela um conhecimento sensível, que nasce do corpo. Ao final, cada pessoa leva consigo uma peça moldada e queimada posteriormente, uma lembrança concreta da experiência e da conexão com o tempo lento.

Além das vivências, a loja da Foz apresenta uma curadoria de objetos autorais que transitam entre o utilitário e o poético, refletindo a harmonia entre técnica, natureza e afeto.

Integrante do Quadrado Mágico de Paraty, ecossistema que reúne hotel, spa, restaurantes, galeria de arte e experiências imersivas, a Cerâmica Foz amplia o conceito de bem-estar, reposicionando o fazer manual como um caminho de reconexão.

Com apoio Visar Planejamento

Comentários

Leave A Comment