O Parque Arqueológico de Pompeia, no Sul da Itália, inaugurou um caminho dedicado à sustentabilidade, na esteira da tradição agrícola da região da Campânia. A antiga cidade romana, destruída pela erupção do Vesúvio em 79 d.C., se transforma em uma espécie de sala de aula ao ar livre com a iniciativa “Pompeia Sustentável”.
“Quatorze lugares simbólicos dentro do sítio arqueológico se tornaram referências para temas-chave da sustentabilidade: gestão de recursos, resiliência climática, biodiversidade, sistemas alimentares, inclusão social e inovação”, explicou o diretor do parque arqueológico, Gabriel Zuchtriegel.
Os visitantes poderão compreender como os habitantes de Pompeia viviam em harmonia com o meio ambiente, principalmente através do uso de técnicas de coleta de água, horticultura urbana e eficiência energética natural que ainda inspiram “práticas contemporâneas”.
“Hoje, este local, que todos os anos recebe milhões de visitantes do mundo inteiro, se tornou também um espaço de reflexão e educação sobre questões de sustentabilidade”, afirmou Edmondo Cirielli, vice-ministro das Relações Exteriores da Itália.
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Ano passado, o Parque Arqueológico de Pompeia, na Campânia, foi a terceira atração mais visitada na Itália. 4,2 milhões de turistas foram ao Parque e a arrecadação de bilheteria bateu o valor de €55 milhões (R$ 344 milhões).
As duas primeiras atrações turísticas na visitadas na Itália em 2024 foram o Coliseu, em Roma, com 14,7 milhões de visitantes, e as Gallerie degli Uffizi, em Florença, onde passaram 5,2 milhões de turistas.
Ansa






