A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu em reunião da Diretoria Colegiada, ontem, 1º de março de 2023, por unanimidade, a flexibilização do uso de máscaras faciais em aeroportos e aviões. De acordo com a medida, o uso passará a ser apenas uma recomendação e não mais uma obrigatoriedade.
A nova orientação tem por base o cenário de redução de casos e óbitos por Covid-19 no Brasil e no mundo e dados epidemiológicos demonstrando a queda no número de novos casos da doença tanto no território nacional quanto no Exterior.
A Anvisa reforça que haverá a obrigatoriedade de fornecimento, por parte da tripulação, de máscara facial para casos suspeitos. As seguintes medidas continuarão em vigor no país:
- Desembarque por fileiras
- Impedimento de viagens para casos confirmados de Covid-19
- Exigência de limpeza e desinfecção de ambientes e aparelhos de ar-condicionado
- Avisos sonoros sobre o uso de máscara em aeroportos e aeronaves
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) considera a medida positiva, tendo em vista o arrefecimento do número de casos e o alinhamento ao mercado internacional da aviação, mas destaca que outros pontos da decisão podem seguir gerando impactos operacionais para o setor aéreo, como a manutenção do desembarque por fileiras.
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“Agregamos as contribuições do setor aéreo e é observado que as pessoas só usam a máscara quando chegam nos aeroportos. A medida também não é adotada em outros países. Houve, ainda, uma importante redução dos tripulantes infectados a bordo nas aeronaves”, disse o coordenador de Vigilância Epidemiológica em Aeroportos, Cristiano Gregis.
A obrigatoriedade do uso de máscaras nos aeroportos e aviões teve início na pandemia por Covid-19, em 2020, e após breve interrupção, estava novamente determinada desde novembro de 2022.
Com apoio Assessoria de Imprensa da Anvisa e Abear






