Cidade do Balé Bolshoi e da Festa das Flores, Joinville tem, também, o maior estuário de Santa Catarina. Com mais de 150 km² de águas navegáveis, ilhas, manguezais e uma biodiversidade que surpreende, a Baía de Babitonga tem atraído os turistas que vão a Joinville.
A Baía tem relevância histórica e econômica para o município: foi via de navegação para colonizadores, pesca e transporte entre Joinville e São Francisco do Sul. No século 19, entrou em operação o Vapor Babitonga, primeiro transporte motorizado da região, que marcou o início da navegação moderna local.
Ali vivem espécies únicas, como a toninha, pequeno golfinho ameaçado de extinção cuja única população residente no mundo habita a região. É também o palco de bandos de guarás vermelhos, biguás que levantam voo em milhares e botos-cinzas que saltam próximos às embarcações, surpreendendo quem acompanha os passeios pela baía.

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Ao embarcar por suas águas tranquilas, o visitante pode optar por quatro experiências de turismo náutico:
– Passeios de barco pela Baía Babitonga, com paradas em ilhas como a dos Herdeiros e Flores;
– Canoa havaiana a partir da Marina Porto do Sol, em remadas de duas horas que revelam manguezais e canais;
– O tradicional Barco Príncipe de Joinville, que parte dos Espinheiros rumo a São Francisco do Sul ou
– Aluguel de lanchas para roteiros exclusivos que combinam praias, vilas históricas e mergulhos em águas calmas.
A cidade está ampliando a infraestrutura para melhor receber os visitantes, como o cais flutuante do Parque Porta do Mar, que permitirá atracar embarcações de até 100 pés e vai reforçar a vocação turística dos Espinheiros, conhecida pela boa gastronomia.
Outra visita que vale a pena é o Museu do Sambaqui que fica no centro da cidade. Aberto de terça a domingo, das 10h às 16h, o Museu registra a história dos povos que viveram na região há 5 mil anos. A entrada é gratuita e tem estacionamento.

Museu do Sambaqui. Divulgação
Com apoio Imaginadora






