“Nossos hóspedes não chegam para ver um resort. Chegam para atravessar um canal, ouvir o mar mudar de tom ao longo do dia e sentir que encontraram um lugar que não existe em nenhuma outra parte do país. Nosso trabalho é honrar essa experiência”. A fala do diretor de Vendas e Marketing do Transamerica Comandatuba, registra um novo posicionamento do resort no Sul da Bahia. Agora o Comandatuba quer se diferenciar dos outros empreendimentos do mesmo segmento e transformar o seu território de natureza preservada em uma experiência de hospitalidade que não se repete em nenhum outro endereço do Litoral brasileiro.
A história do Comandatuba é também a história de um território que resistiu ao tempo. Com ecossistema protegido, manguezais nativos e 21 km de praia, o Hotel Transamerica Comandatuba construiu sua identidade sobre uma identidade que impõe respeito antes mesmo de se tornar cenário. A arquitetura do resort dialoga com essa condição: pavilhões baixos, integrados à vegetação, que preferem se dissolver na paisagem a competir com ela. Não há ali a tentação do espetáculo arquitetônico, há, em seu lugar, uma decisão deliberada por uma estética que se impõe pela integração, não pelo excesso.
São 363 acomodações distribuídas por essa geografia, cinco restaurantes que traduzem a Bahia e o mundo em uma mesma cozinha, três piscinas, um spa e mais de 80 atividades de esporte e lazer.

Assim, em um mercado de resorts cada vez mais parecidos entre si – com ofertas que se repetem, discursos que se equivalem e propostas de valor que se confundem -, o Comandatuba optou por um caminho menos óbvio: comunicar-se pela experiência, não pela ostentação. A elegância no resort é natural: feita de simplicidade bem pensada, beleza sem barulho e acolhimento com alma baiana.
Cercado por mar, canal e manguezal, o Comandatuba tem clientes fiéis que são reconhecidos pela equipe, com famílias que voltam e que trazem os filhos que um dia foram levados pelos pais.
E chegar ao Transamerica Comandatuba é parte da narrativa que o resort quer contar. Todos os domingos, voos fretados saem direto de São Paulo e de Belo Horizonte rumo a Comandatuba um dos diferenciais que simplificam o acesso a um destino que, à primeira vista, poderia parecer distante. Para quem prefere a rota comercial, a chegada também pode ser por um voo curto até Ilhéus.
De um jeito ou de outro, a travessia final acontece pela água: a balsa segue sobre o canal, o manguezal se abre nas margens, e uma equipe em traje típico baiano recebe cada hóspede com música ao vivo. É a primeira cena de uma experiência que se estende por toda a estadia e que ajuda a explicar por que tantas famílias retornam, ano após ano, e passam a contar a própria história a partir das lembranças construídas em Comandatuba.
É esse vínculo – mais afetivo do que transacional – que o Comandatuba escolhe agora colocar no centro de sua comunicação: não para anunciar o que tem, mas para explicar o que faz sentir onde a natureza já oferece tanto.
Com informações da Lucia Paes de Barros Comunicação






