Para explorar a riqueza histórica e cultural do Brejo Paraibano, revelando as profundas raízes coloniais da região com os três ciclos econômicos que marcaram a história local (cana-de-açúcar, café e algodão). A Rota Ciclos do Brejo valoriza a cultura local.
A Rota quer colocar a região como o principal polo indutor do Turismo Rural na Paraíba, atuando na diversidade do segmento turístico da região como o turismo rural, agroturismo, turismo de base comunitária, gastronômico, de experiência e na economia criativa.
Nove municípios integram o roteiro que revela as raízes coloniais da região. O Afroturismo também recebe destaque, com visita aos quilombos, o que proporciona uma imersão nas raízes culturais que moldaram a identidade e a gastronomia da região.
Na Rota Ciclos do Brejo o tradicional e o moderno se unem, como é o caso dos engenhos que ainda possuem a produção da cana-de-açúcar, com o cultivo e a colheita de forma manual, até os grandes engenhos que hoje são grandes indústria com forte tecnologia.
O Engenho Ipueira situado em Areia, a Leste da capital João Pessoa, ainda atua de forma manual e com os burrinhos fazendo a condução da cana-de-açúcar até o engenho, e o Engenho Baixa Verde, em Serraria, tem prática da produção de rapadura. São engenhos que ainda atuam de forma tradicional, gerando uma forte experiência turística para os visitantes.
Unir esta realidade aos grandes engenhos com forte tecnologia como é o caso do Engenho Triunfo e o Engenho Vaca Brava, que produz a Cachaça Matuta, é levar o visitante a evolução histórica e mesmo que a rota atue nos ciclos de uma era colonial, também indiretamente apresenta um ciclo moderno que é o da indústria. Tradição e modernidade estão unidas nesta rota do Brejo Paraibano.

Casa de Farinha Urbana. Foto: Canindé Soares
Outro ciclo que vem tomando cada vez mais força e retornando é o café.
A região conta com a prática da torra do café, onde o turista tem a experiência de ver a torra e fazer parte deste momento. A Rota Ciclos do Brejo conta com esta experiência.
No algodão colorido no destino Remígio a vivência é ver a moda sustentável através do algodão colorido que ainda continua na região e é exportado para a França. O roteiro ainda passa pelos quilombos Bonfim em Areia, Caiana dos Crioulos em Alagoa Grande e Matinhas, e o quilombo em Serra Grande no destino Alagoa Nova.
O que ver
Alagoa Grande: Quilombo Caiana dos Crioulos, Museu de Jackson do Pandeiro, Teatro Santa Ignês, Engenho Volúpia e Engenho Gregório

Quilombo Caiana dos Crioulos. Foto: Canindé Soares
Alagoa Nova: Quilombo Serra Grande e feira de Produtores locais no Pesque e Pague São João
Areia: Igreja Nossa Senhora Rosário dos Pretos, Teatro Minerva, Casarão de José Rufino, Fazenda Vaca Brava, Engenho Triunfo, Engenho Matuta, Engenho Ipueira, Quilombo Bonfim, Quilombo Mundo Novo, visita as Cafeterias Ciclos do Brejo e A Talha Cafeteria
Bananeiras: Casarão do Eco Parque Angicos, Garimpo das Artes e Engenho Rainha
Borborema: Casa de Farinha Urbana e Ateliê RN
Matinhas: Apresentação da Torra do Café no restaurante Inácio Camilo e visita à Comunidade Religiosa de Jurema
Pilões: Memorial Casa de Farinha e Museu Arqueológico
Serraria: Engenho Baixa Verde e Engenho Martiniano
Remígio: Fazenda Tanques, Vila Marical e produção de Algodão colorido
Ao contatar uma agência de viagem para fazer a Rota, peça a inclusão da torra do café no momento da visita ou uma apresentação da moda sustentável do algodão colorido, além de uma apresentação teatral que retrata a história colonial e do Ciclos do Brejo nos Teatros Minerva em Areia, Santa Ignês em Alagoa Grande, no Engenho Baixa Verde em Serraria ou, ainda, obras de artes como é o caso da pintura a céu aberto da artista Guataçara Monteiro, na antiga Usina Santa Maria, hoje Vila Santa Maria, em Areia.
A Rota Ciclo dos Brejos tem o apoio das Associações de Empresários do Brejo Paraibano e Convention Bureau de Areia.
Com informações da Assimptur e Sebrae-PB






