O Mato Grosso do Sul conta com o Programa Turismo Acessível e Inclusivo e o Estado têm roteiros com atrativos naturais e culturais que passaram por avaliação e estão capacitados sob a ótica da acessibilidade e da inclusão.
Em Bonito, nas trilhas, cavalgadas e passeios contemplativos do Parque Ecológico do Rio Formoso é possível unir segurança, lazer e natureza de forma acessível. A proposta do empreendimento é promover melhorias contínuas para garantir inclusão plena. Já na Nascente Azul, o uso de trilhas táteis, rampas, decks acessíveis e equipe capacitada permite a participação de pessoas com deficiência em atrações como pêndulo humano e tirolesa, com mediação sensorial e tecnologia assistida.

Casa da Memória Raída, Bonito. Foto: Bolivar Porto
A Casa da Memória Raída oferece uma imersão cultural sensível e inclusiva, com apresentações e objetos táteis voltados à valorização das raízes de Bonito. A acessibilidade é mais desafiada e superada em uma experiência de voo de asa delta com adaptação para participantes cegos.

Asa Delta – Viva ao Vento. Foto: Bolivar Porto
A trilha no Buraco das Araras faz um circuito com uma vivência sensorial rica em sons, espacialidade e mediação acessível.
TURISMO: O que conhecer em Bonito
Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundtur MS (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul), o Programa Turismo Acessível e Inclusivo mostra que “o turismo é um direito de todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou sociais” e a coordenadora Telma Nantes destaca que “garantir acessibilidade é um imperativo ético e civilizatório”, afirmando que o programa busca eliminar barreiras históricas e garantir pertencimento.
Bonito fica a quase 300 km de Campo Grande, capital do Estado, e integra o Parque Nacional da Serra da Bodoquena. E está, também, a apenas 140 km do Pantanal sul-matogrossense.
Com apoio Débora Bordin, Comunicação Fundtur MS






