Praias paradisíacas, dunas de areia dourada, paisagens fascinantes e muita herança cultural. Isso é um pouco de Moçambique que fica no Sudoeste da África. É o país do escritor Mia Couto, que em 2013 ganhou o Prêmio Camões.

Moçambique também oferece passeios para conhecer, além de praias, reservas naturais, ilhas, parques nacionais e montanhas.

A riqueza cultural de Moçambique tem mistura única de influências africanas, portuguesas e árabes. E o país é um destino favorável para os brasileiros porque o idioma oficial é o português, que é falado principalmente como segunda língua por cerca de metade de sua população. A gastronomia moçambicana também reflete essa diversidade, com pratos que incorporam ingredientes locais e técnicas culinárias tradicionais.

Moçambique, praia

Praia em Moçambique. Foto: Valéria Rodrigues Valéria/Pixabay

A capital

A capital de Moçambique, Maputo, pode ser o ponto inicial para conhecer algumas das maravilhas do país.

Foi fundada no século XVI para ser uma cidade portuária e preserva a arquitetura colonial portuguesa, com palácios e largas avenidas. Hoje é ideal para quem gosta de conhecer a cultura e gastronomia. As ruas são vastas de mercados, bares e restaurantes.

Um dos seus principais pontos turísticos é a Praça da Independência. O ponto turístico fica entre a cidade alta e a cidade baixa, onde se localiza a estátua do primeiro presidente de Moçambique Independente, Samora Moisés Machel, um líder que ficou conhecido pelos discursos inflamados que enfatizavam o fim da exploração. Atrás da praça, está o prédio da Câmara Municipal, construção de 1941 que preserva a arquitetura.

Inhaca

A Ilha da Inhaca, a 40 km da costa de Maputo, é um destino perfeito para os amantes de praias com estrutura simples e muita natureza.

As águas que circundam a Ilha exibem vários tons de azul e têm uma temperatura agradavelmente morna. Apesar de seu tamanho compacto, Inhaca abriga uma rica diversidade biológica, com aproximadamente 12 mil espécies já registradas.

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Flora e fauna

O Parque Nacional da Gorongosa é outro ponto turístico importante. Uma das principais reservas de flora e fauna tipicamente africanas de Moçambique, oferecendo aos visitantes a oportunidade de explorar uma gama de ecossistemas, desde savanas até florestas exuberantes, abrigando uma impressionante variedade de vida selvagem.

Parque Nacional da Gorongosa, Moçambique

Parque Nacional da Gorongosa, Foto: Facebook

A experiência inclui uma biodiversidade única, falésias, cascatas, savanas, acácias e muitas espécies – elefantes, leões, búfalos, zebras, hipopótamos e crocodilos.

As visitas ao Parque só acontecem de abril a dezembro.

Arquipélagos

Além das reservas florestais e da capital, Moçambique abriga diversos arquipélagos, sendo as Ilhas Quirimbas um exemplo notável. Elas encontram-se ao Norte do país e é um destino ideal para praticar mergulho. Compostas por mais de 30 ilhas de corais, praias de areia branca intocadas, águas cristalinas e palmeiras alinhadas ao horizonte, oferecem uma experiência única.

O Arquipélago das Quirimbas é reconhecido como um dos destinos de praia mais remotos do mundo, proporcionando a combinação perfeita para aqueles que buscam relaxamento e desfrutar de férias em um local luxuoso e privativo à beira-mar.

Como chegar

Uma opção de voo para chegar e conhecer Moçambique é pela TAAG Linhas Aéreas de Angola liga o Brasil ao país africano, por meio de conexões em Luanda, a capital angolana.

Atualmente os voos da companhia aérea partem cinco vezes por semana do Aeroporto de Guarulhos/GRU Airport, São Paulo, em direção a Luanda, capital da Angola, com escala de 3 horas, às segundas, quartas, sextas, aos sábados e domingos. Do Aeroporto Internacional de Angola, existem voos diários conectando a capital de Moçambique, Maputo. Para acessar o país, é necessário apresentar o visto para Maputo no momento do check-in no aeroporto.

A TAAG oferece a opção de stopover em Luanda, permitindo aos passageiros estenderem sua viagem e explorar a cidade por até cinco dias, antes de seguir para seu destino final. Com o stopover, o passageiro pode fazer uma escala ou conexão em Luanda com mais de 24 horas de duração, permitindo explorar a cidade. Não é necessário visto para a escala prolongada em Luanda.

Com apoio Mapa 360

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