Como enfrentar desastres em viagem

That Hartford Guy / Foter / CC BY-SA

 

Nós não estamos muito acostumados a enfrentar furacões, terremotos, vulcões e todos esses desastres naturais.

Eu nunca passei por isso numa viagem(felizmente). No máximo, tive algumas instruções do que fazer em caso de terremoto quando fui a São Francisco. Coisas simples como me esconder de baixo da mesa, ou da moldura da porta. E evitar sair na rua, pois o gás é encanado e pode gerar explosões.

Mas no Brasil não estamos acostumados com isso.

Aqui, muitas vezes tem um temporal que destrói um monte de casas, mata um monte de pessoas, mas não tem como antecipar. E parece que não existem protocolos a serem seguidos nesses casos. Vai acontecendo e as autoridades vão reagindo.

Mas em países como Japão e Estados Unidos, eles são absurdamente preparados.

Usando o exemplo do furacão (que virou tempestade) Sandy. Bem antes dele chegar, as autoridades já tinham avisado quando isso deveria acontecer e criaram um plano de evacuação.

Existem áreas onde a evacuação era obrigatória, e outros que não, mas as pessoas já estavam avisadas. E ainda indica abrigos, para quem não tiver onde ficar.

Nessas horas, o mais importante é obedecer as autoridades. Não fique pensando no que é frescura ou não. Eles já passaram por isso MUITAS vezes e sabem o que fazer. Nesses casos, só morre quem desobedece, ou dá muito azar. O governo não tem como prever onde vão cair as árvores, por exemplo.

Como em catástrofes você não sabe quanto tempo vai demorar para tudo voltar ao normal, é necessário estocar comida e água. Faça isso logo, os supermercados esvaziam rapidamente. E procure alimentos que durem algum tempo. Esqueça de produtos orgânicos, nessa hora, quanto mais conservante melhor!

riekhavoc (caught up?) / Foter / CC BY-NC-SA
 

 Geralmente, não demora muito tempo para que as coisas voltem (pelo menos um pouco) ao normal. Mas se você estiver numa situação preocupante, sua mãe não vai ficar muito feliz se não conseguir falar com você. Esse é mais um motivo para respeitar o plano de evacuação da cidade. Quanto mais longe das áreas de maior risco, melhor. Menos é a chance de ficar sem luz, internet, telefone e tudo isso que ajuda na comunicação. Também não conte com o celular. As redes que já são meio inconstantes, ficam sobrecarregadas e, com freqüência, as antenas são danificadas.

Também é sempre indicado ficar de olho na internet, televisão e, se tudo mais falhar, no rádio. Sempre vão dar informações importantes, mas na língua local. Com internet é mais fácil, sempre dá pra traduzir, ou pesquisar melhor.

MTAPhotos / Foter / CC BY

 

Na pior das hipóteses, procure a embaixada do Brasil. Lá você vai ter um suporte na sua língua nativa e vão fazer de tudo para te ajudar. Eles vão entrar em contato com o Itamaraty e dar informações à sua família, mesmo que você não consiga contato com eles. Em casos que não tenham vôos comerciais disponíveis, o governo brasileiro pode até enviar aviões da FAB.

Resumindo. Siga as instruções das autoridades, estoque comida, tente se comunicar com a família e, se necessário, procure a embaixada brasileira. Também não esqueça de fazer o seguro de viagem! Se acontecer o pior e você precisar de atendimento médico, vai pagar uma fortuna, se não estiver segurado.

E depois que o pior passar, você pode fazer como a Nana Gouvêa e aproveitar para fazer fotos inusitadas (pra dizer o mínimo).

Foto dela mesma

 


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